O trabalho de campo vem primeiro
Antes de qualquer desenho, observamos. Medimos tempos, conversamos com a equipe e mapeamos o que já funciona bem. A automação vem depois desse retrato.
A Quendriva nasceu de uma insatisfação simples: robôs vendidos como pacote fechado, que chegavam à fábrica sem entender o trabalho que iam dividir. Decidimos fazer o contrário — começar pela rotina, terminar pela máquina.
Começamos em três pessoas, um braço robótico de segunda mão e uma bancada emprestada. O primeiro projeto foi resolver uma tarefa que dava tendinite na equipe de uma pequena metalúrgica no ABC. Deu certo, e o boca a boca fez o resto.
Dez anos depois, somos onze no time e o estúdio ocupa um sobrado na Vila Madalena. Mudou o endereço, não o método: ninguém aqui desenha uma célula sem antes passar um turno inteiro ao lado de quem faz o trabalho.
Ver o que fazemos hoje
Automatizar é uma decisão sobre pessoas antes de ser uma decisão sobre máquinas. É por isso que a primeira ferramenta que usamos em todo projeto é a caderneta de campo.
Antes de qualquer desenho, observamos. Medimos tempos, conversamos com a equipe e mapeamos o que já funciona bem. A automação vem depois desse retrato.
Você fica com o código, os esquemas e o treinamento. Se um dia decidir seguir sem o estúdio, seu time terá tudo em mãos para tocar o sistema.
Preferimos um cronograma honesto a um número bonito. Se um prazo não se sustenta, dizemos antes de assinar, não durante a montagem.
A convivência entre pessoas e máquinas entra no projeto desde a primeira folha, respeitando as normas técnicas de cada tipo de operação.
Sem intermediários entre quem projeta e quem monta. As mesmas pessoas que desenham a célula estão presentes no dia da instalação.
Cuida da parte física: garras, suportes, montagem e tudo o que precisa aguentar o chão de fábrica sem folga.
Escreve o que faz o sistema pensar: trajetórias, prioridades, integração com a gestão e a visão de máquina.
Fica ao lado da sua equipe na instalação e segue disponível depois, quando alguma coisa foge do previsto.
A primeira conversa é para ouvir. Traga o problema; a proposta de robô, se houver, vem depois.