
Célula de solda com desvio de peça
Um braço colaborativo que corrige a própria trajetória quando a chapa chega fora do gabarito. Menos refugo, sem cerca de segurança em volta.
Projetamos, integramos e mantemos sistemas autônomos que dividem o chão de fábrica com as pessoas. Do primeiro esboço à máquina rodando em campo, acompanhamos cada etapa com engenharia própria.
O desafio não era mover caixas. Era mover caixas sem interromper as pessoas que já faziam esse trabalho há anos. Passamos três semanas apenas observando o turno antes de desenhar a primeira rota.
O resultado é um veículo que recua quando um operador cruza seu caminho, respeita as filas do fim de expediente e devolve ao supervisor um relatório simples do que aconteceu no dia.
Ler como trabalhamosCada linha abaixo é um sistema que hoje opera fora daqui. Trocamos os nomes dos clientes por descrições — os números são reais.

Um braço colaborativo que corrige a própria trajetória quando a chapa chega fora do gabarito. Menos refugo, sem cerca de segurança em volta.

Uma câmera treinada na própria linha do cliente, capaz de recusar peças com trinca fina sem parar a esteira para cada dúvida.

Seis unidades móveis dividindo o mesmo corredor. Quando uma para para carregar, as outras reorganizam as rotas sozinhas.

Um efetuador macio, com sensor de pressão, para uma linha de embalagem que antes dependia de mãos cansadas no fim do turno.

Sensores nos motores existentes e um resumo diário no celular do encarregado. A parada deixou de ser surpresa e virou agenda.

Uma réplica reduzida da célula real, para que os operadores aprendessem a conviver com o robô antes de ele chegar à planta.
Um robô bem feito não chama atenção. Ele apenas ocupa seu lugar na rotina e devolve às pessoas o tempo que a repetição tomava.
Desenhamos a estação do zero: escolha do braço, layout, segurança e o software que faz tudo conversar. Entregamos com a documentação que a sua manutenção precisa para tocar sozinha.
Robôs móveis, esteiras e o seu sistema de gestão passando a falar a mesma língua. Ajustamos rotas, prioridades e a troca de turno até o fluxo ficar previsível.
Câmeras treinadas com as peças da sua linha, não com um catálogo genérico. O sistema aprende o que é defeito no seu contexto e não trava a produção por dúvida.
Depois da entrega, seguimos por perto: monitoramento remoto, revisões programadas e uma pessoa do estúdio que atende quando algo sai do esperado.
Passamos os primeiros dias no seu turno, com prancheta na mão. Só depois de entender o trabalho como ele é hoje é que propomos mexer nele.
Nada de caixa-preta. Entregamos código comentado, esquemas e treinamento para que sua equipe não dependa de nós para o dia a dia.
A conversa sobre pessoas e máquinas no mesmo espaço vem antes do desenho da célula, seguindo as normas técnicas aplicáveis a cada operação.
Preferimos entregar um piloto pequeno que funciona a prometer uma planta inteira que trava. Crescemos junto com a confiança no sistema.
Depoimentos ilustrativos · texto de exemplo
O ciclo de coleta caiu de 21 para 9 minutos, mas o que mais pesou foi ninguém ter precisado mudar de função por causa do robô.
Contrataram três semanas só olhando a linha antes de mexer em qualquer coisa. Achei estranho no começo; hoje entendo por que funcionou.
A documentação que recebemos permitiu que a manutenção interna assumisse a célula no segundo mês. Isso raramente acontece.
Conte em poucas linhas o que hoje toma tempo da sua equipe. Respondemos com uma primeira leitura do estúdio, sem compromisso.